Uma outra maneira de ver o festival AngraRock. Esta mais descomprometida e, em alguns aspectos, muito mais realista e directa que a minha. São maneiras diferentes de ver as coisas...Apreciem!
http://the-couch.blog.com/
segunda-feira, setembro 11, 2006
quarta-feira, setembro 06, 2006
AngraRock ´06 convence - A Terceira aplaudiu
Texto - Miguel Linhares
Mais uma vez, Angra do Heroísmo recebeu o maior e mais importante festival de Rock dos Açores, um evento que começa a ganhar alguma respeitabilidade, mesmo fora da região. A sétima edição do AngraRock ofereceu aos vários milhares de pessoas que acorreram ao Bailão espectáculos de qualidade, em geral, embora mais uma vez o evento coincidisse com o Rali Ilha Lilás, algo que rouba, naturalmente, muitos visitantes. Desta vez e fugindo á triste realidade dos anos anteriores, não choveu, excepção feita a um breve aguaceiro na noite de sábado e mesmo no final dos concertos. Ainda assim, importa realçar um facto: porque é que os mais jovens não acorrem a este grande evento?! É incompreensível que algumas bandas venham tocar aos Açores e tenham que se deparar com centenas, ou poucos milhares de pessoas e, por vezes, são bandas de muita qualidade e reconhecimento. Qualidade, já se sabe, não é um factor preponderante para o sucesso de um concerto ou artista e aqui é que deverá residir o maior problema do nosso povo. O AngraRock, assim como outros eventos na nossa região, sofrem dessa ligeira letargia que quase todo o Português possui. Este ano o festival AngraRock poderá ter sido dos melhores ao nível de qualidade musical, aspecto perfeitamente visível mesmo nas bandas regionais que actuaram, provenientes do concurso realizado em Junho.
Na primeira noite entrou em palco os Anomally, banda que ficou na 4ª posição no concurso AngraRock, mas que substituiu os micaelenses The Bliss, que tinham sido 2º classificados, mas que por motivos pessoais não puderam participar. Nada ficaram a dever e deram um excelente concerto, dentro da sonoridade Trash/Death que tem vindo a habituar. O público reagiu bem á chamada dos Anomally que possuem bons executantes, embora a presença em palco pudesse ser mais enérgica, para o estilo musical que produzem. Nota positiva para a abertura deste festival. De seguida foi a vez dos já conhecidos Stream que, actualmente, fazem a promoção do seu CD single. As mudanças no conjunto foram radicais e, pelo menos por enquanto, não demonstram qualidade superior. O novo baterista encaixou-se na perfeição no conjunto, a segunda guitarra veio encher mais as composições, mas a nova vocalização deixa a desejar. Alem disso, nesta noite, o vocalista não foi feliz, pois foram vários os desafinos nos timbres mais agudos. As músicas novas estão diferentes, num Rock muito mais comercial, acessível e talvez não tanto explorado. Ouviam-se algumas críticas, umas menos próprias, outras mais pensadas, mas o que é certo é que o público está a dividir-se em relação a este conjunto. A fechar esta noite, foi a vez dos Ramp subirem ao palco. Independentemente de se gostar, ou não, deste género musical um pouco pesado, julgo ser indiscutível que se presenciou um dos melhores concertos na Terceira. Arriscaria dizer que foi superior ao dos Moonspell, há 3 anos atrás. Excelentes executantes, sintonia perfeita, muita energia, atitude em palco e a banda que movimentou mais o público neste festival, apesar de não ter sido o que tinha mais gente, como veremos mais á frente. Só ficou a vontade de se ter prolongado por mais algum tempo…
Na segunda noite os micaelenses A Different Mind, vencedores do concurso AngraRock deste ano, foram implacáveis. Mais uma vez demonstraram ser uma grande banda de Rock, muito coesa, experiente e com temas originais muito completos e orelhudos. Pecam por algum estatismo, mas conseguiram arrancar alguns aplausos. O público era muito reduzido, embora houvesse um pequeno grupo de micaelenses a apoiar o conjunto. Não cativaram muito os presentes, apesar de alguns apelos por parte da vocalista, mas categoria não lhes faltou e saíram de cabeça erguida! Os Pluto deverão ter sido a melhor surpresa deste festival. O conjunto portuense apresentou-se em máxima força e chamou imensas pessoas á frente do palco. A voz inconfundível de Manuel Cruz (ex-Ornatos Violeta), arrebatou completamente o festival AngraRock e os Pluto primaram pela inteligência e originalidade. A banda não comunicou muito com o público e tocou sempre num ambiente muito intimista, introspectivo, como se de um ensaio se tratasse. Agradaram a maioria. A fechar esta noite, os finlandeses Deep Insight, em Portugal mais conhecidos por figurarem numa das compilações de Morangos com Açúcar. Uma coisa é certa: o prémio presença em palco foi para eles! Impressionante a energia que possuem, até o baterista parecia que tocava em pé e nunca pararam por um instante. A sonoridade, embora muito simplista, vagueia pelo Pop/Rock/Emo, com alguns laivos de agressividade. Ganharam, indiscutivelmente, pela presença e atitude em palco e para com o público. Acabou por também surpreender.
No último dia deste festival as honras de abertura foram para os Othello, banda 3ª classificada do concurso deste ano. Exímios executantes musicais, agradaram pela técnica e boa disposição em palco. Apesar da vocalização ter tido algumas falhas, pouco há a apontar aos Othello que conseguiram cativar e arrancar muitos aplausos. Não dando muito nas vistas, foram sempre electrizantes e capazes. Uma banda para o futuro…
A segunda banda da noite seria os Expensive Soul, que tinham actuado há pouco tempo no festival Ponta Delgada. A prestação aqui foi idêntica. Hip-Hop simples, com boas percussões, mas liricamente muito fraco. A energia característica deste tipo de música contagiou grande parte do público, ou não fosse esse o género musical da moda. Sem nada que faça lembrar Rock, no mais simples entender desta palavra e género musical, não se percebe muito bem o que fazia esta banda no AngraRock…
A fechar a noite e o festival, os germânicos Liquido que eram, no fundo, os cabeça de cartaz deste festival. Apesar de só terem dois ou três temas conhecidos do público em geral, deram um bom concerto numa onda Rock/Punk da nova escola e bem executado. Tiveram a maior plateia dos três dias e o agrado parecia geral. Curioso foi, quase no final, anunciarem que iam tocar um tema de uma banda que tinham antes dos Liquido, tema este de 1992. A surpresa é que o tema era …Death Metal, cantado a rigor! Maior surpresa foi depois de a tocarem, perguntarem se tinham gostado e o público ter gritado “yes”. Ou seja, os Liquido podem berrar em cima de um palco, mas os grupos (principalmente os regionais) que o fazem, não passa de berros, gritaria e pouca música. Modas e influências. Ás vezes basta ter “nome” para ter um público na mão. O vocalista ainda ameaçou tocar um tema de Napalm Death (Suffer), mas acabou por não fazê-lo. No final, foi um bom espectáculo e este festival AngraRock, á vista desarmada, começa a ganhar notoriedade. Embora muitas arestas tenham que ser limadas, é bom saber que existe algo dedicado somente ao Rock na nossa região. Esperamos pela 8ª edição…
Na primeira noite entrou em palco os Anomally, banda que ficou na 4ª posição no concurso AngraRock, mas que substituiu os micaelenses The Bliss, que tinham sido 2º classificados, mas que por motivos pessoais não puderam participar. Nada ficaram a dever e deram um excelente concerto, dentro da sonoridade Trash/Death que tem vindo a habituar. O público reagiu bem á chamada dos Anomally que possuem bons executantes, embora a presença em palco pudesse ser mais enérgica, para o estilo musical que produzem. Nota positiva para a abertura deste festival. De seguida foi a vez dos já conhecidos Stream que, actualmente, fazem a promoção do seu CD single. As mudanças no conjunto foram radicais e, pelo menos por enquanto, não demonstram qualidade superior. O novo baterista encaixou-se na perfeição no conjunto, a segunda guitarra veio encher mais as composições, mas a nova vocalização deixa a desejar. Alem disso, nesta noite, o vocalista não foi feliz, pois foram vários os desafinos nos timbres mais agudos. As músicas novas estão diferentes, num Rock muito mais comercial, acessível e talvez não tanto explorado. Ouviam-se algumas críticas, umas menos próprias, outras mais pensadas, mas o que é certo é que o público está a dividir-se em relação a este conjunto. A fechar esta noite, foi a vez dos Ramp subirem ao palco. Independentemente de se gostar, ou não, deste género musical um pouco pesado, julgo ser indiscutível que se presenciou um dos melhores concertos na Terceira. Arriscaria dizer que foi superior ao dos Moonspell, há 3 anos atrás. Excelentes executantes, sintonia perfeita, muita energia, atitude em palco e a banda que movimentou mais o público neste festival, apesar de não ter sido o que tinha mais gente, como veremos mais á frente. Só ficou a vontade de se ter prolongado por mais algum tempo…
Na segunda noite os micaelenses A Different Mind, vencedores do concurso AngraRock deste ano, foram implacáveis. Mais uma vez demonstraram ser uma grande banda de Rock, muito coesa, experiente e com temas originais muito completos e orelhudos. Pecam por algum estatismo, mas conseguiram arrancar alguns aplausos. O público era muito reduzido, embora houvesse um pequeno grupo de micaelenses a apoiar o conjunto. Não cativaram muito os presentes, apesar de alguns apelos por parte da vocalista, mas categoria não lhes faltou e saíram de cabeça erguida! Os Pluto deverão ter sido a melhor surpresa deste festival. O conjunto portuense apresentou-se em máxima força e chamou imensas pessoas á frente do palco. A voz inconfundível de Manuel Cruz (ex-Ornatos Violeta), arrebatou completamente o festival AngraRock e os Pluto primaram pela inteligência e originalidade. A banda não comunicou muito com o público e tocou sempre num ambiente muito intimista, introspectivo, como se de um ensaio se tratasse. Agradaram a maioria. A fechar esta noite, os finlandeses Deep Insight, em Portugal mais conhecidos por figurarem numa das compilações de Morangos com Açúcar. Uma coisa é certa: o prémio presença em palco foi para eles! Impressionante a energia que possuem, até o baterista parecia que tocava em pé e nunca pararam por um instante. A sonoridade, embora muito simplista, vagueia pelo Pop/Rock/Emo, com alguns laivos de agressividade. Ganharam, indiscutivelmente, pela presença e atitude em palco e para com o público. Acabou por também surpreender.
No último dia deste festival as honras de abertura foram para os Othello, banda 3ª classificada do concurso deste ano. Exímios executantes musicais, agradaram pela técnica e boa disposição em palco. Apesar da vocalização ter tido algumas falhas, pouco há a apontar aos Othello que conseguiram cativar e arrancar muitos aplausos. Não dando muito nas vistas, foram sempre electrizantes e capazes. Uma banda para o futuro…
A segunda banda da noite seria os Expensive Soul, que tinham actuado há pouco tempo no festival Ponta Delgada. A prestação aqui foi idêntica. Hip-Hop simples, com boas percussões, mas liricamente muito fraco. A energia característica deste tipo de música contagiou grande parte do público, ou não fosse esse o género musical da moda. Sem nada que faça lembrar Rock, no mais simples entender desta palavra e género musical, não se percebe muito bem o que fazia esta banda no AngraRock…
A fechar a noite e o festival, os germânicos Liquido que eram, no fundo, os cabeça de cartaz deste festival. Apesar de só terem dois ou três temas conhecidos do público em geral, deram um bom concerto numa onda Rock/Punk da nova escola e bem executado. Tiveram a maior plateia dos três dias e o agrado parecia geral. Curioso foi, quase no final, anunciarem que iam tocar um tema de uma banda que tinham antes dos Liquido, tema este de 1992. A surpresa é que o tema era …Death Metal, cantado a rigor! Maior surpresa foi depois de a tocarem, perguntarem se tinham gostado e o público ter gritado “yes”. Ou seja, os Liquido podem berrar em cima de um palco, mas os grupos (principalmente os regionais) que o fazem, não passa de berros, gritaria e pouca música. Modas e influências. Ás vezes basta ter “nome” para ter um público na mão. O vocalista ainda ameaçou tocar um tema de Napalm Death (Suffer), mas acabou por não fazê-lo. No final, foi um bom espectáculo e este festival AngraRock, á vista desarmada, começa a ganhar notoriedade. Embora muitas arestas tenham que ser limadas, é bom saber que existe algo dedicado somente ao Rock na nossa região. Esperamos pela 8ª edição…
in jornal "A União" de 6 de Setembro, 2006
segunda-feira, setembro 04, 2006
II Maratona Rock Ponta Delgada - Programa Oficial
Dia 8 Setembro – Sexta-feira
21:00 – Workshop Guitarra: Paulo Barros (Tarantula)
22:00 – Início da Maratona
- Anjos Negros (Rock)
- Skilsaw (Punk Rock)
- Mother Foca (Funk Rock)
- Neurolag (Nu-Metal)
- Enuma Elish (Dark Rock)
- The Bliss (Rock Alternativo)
- In Peccatvm (Gothic Metal)
- Zymosis (Black Metal)
Dia 9 Setembro - Sábado
21:00 – Workshop Bateria: Hugo Danin (André Indiana)
22:00 – Início da Maratona
- Crossfaith (Metal Progressivo)
- Nableena (Death/Black/Doom Metal)
- Summoned Hell (Black Metal)
- Psy-Enemy (Metal)
- Spinal Trip (Metal)
- Reborn (Thrash/Death Metal)
- Stampkase (Metal)
- Trauma Prone (Metal)
21:00 – Workshop Guitarra: Paulo Barros (Tarantula)
22:00 – Início da Maratona
- Anjos Negros (Rock)
- Skilsaw (Punk Rock)
- Mother Foca (Funk Rock)
- Neurolag (Nu-Metal)
- Enuma Elish (Dark Rock)
- The Bliss (Rock Alternativo)
- In Peccatvm (Gothic Metal)
- Zymosis (Black Metal)
Dia 9 Setembro - Sábado
21:00 – Workshop Bateria: Hugo Danin (André Indiana)
22:00 – Início da Maratona
- Crossfaith (Metal Progressivo)
- Nableena (Death/Black/Doom Metal)
- Summoned Hell (Black Metal)
- Psy-Enemy (Metal)
- Spinal Trip (Metal)
- Reborn (Thrash/Death Metal)
- Stampkase (Metal)
- Trauma Prone (Metal)
quinta-feira, agosto 31, 2006
A última votação ficou assim...
Opiniões muito diversas...
O QUE ACHASTE DA CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CONCURSO ANGRAROCK 2006?
quarta-feira, agosto 30, 2006
1, 2 e 3 de Setembro - Aí está o AngraRock
Liquido (Alemanha), Deep Insight (Finlândia), Ramp (Portugal), Expensive Soul(Portugal), Pluto (Portugal), Stream (Terceira), A Different Mind (São Miguel), Othello
(Terceira) e Anomally (Terceira) são as nove bandas que integram o programa do Festival AngraRock 2006.
Nesta sétima edição, deste concurso, destaca-se a participação dos Liquido, banda Germânica que obteve muito sucesso em toda a Europa, com passagens muito frequentes em muitas rádios e os Ramp, a primeira banda de metal Portuguesa a atingir os top´s nacionais, a única banda de metal Portuguesa a actuar na Expo 98, a primeira banda de metal Portuguesa a lançar um CD ao vivo…no fundo uma banda que revolucionou o metal em Portugal na ultima década e, há muito, presença requisitada pelos amantes de rock na nossa ilha. Prevê-se muita qualidade nesta edição do AngraRock e o “Musicofilia” estará lá.
Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo com produção da
Arado - Produções Musicais e o apoio de entidades públicas e privadas.
Sexta-feira – dia 1
21H30 – Anomally
22H30 - Stream
00H00 - Ramp
Sábado – dia 2
21H30 - A Different Mind
22H30 - Pluto
00H00 - Deep Insight
Domingo – dia 3
21H30 - Othello
22H30 – Expensive Soul
00H00 - Liquido
Nota - a minha reportagem sobre o festival AngraRock 2006 estará disponível neste blog e, na próxima semana, nos jornais " A União" e "Jornal dos Açores".
sexta-feira, agosto 25, 2006
Irmãos reúnem-se...
Este foi um desejo por mim expresso aqui neste blog, há bem pouco tempo, e uma noticia que esperava ler em breve. Aqui está ela!
Fonte - www.rockheavyloud.com
Durante um festival realizado no dia 17, Igor Cavalera juntou-se à banda do seu irmão - Soulfly - Max Cavalera, para tocar velhos clássicos dos Sepultura. Este festival, idealizado pelo próprio Max Cavalera, tinha como tema e motivo recordar a morte do seu afilhado Dana ‘D-Low' Wells, que faleceu vítima de um acidente de viação. Este festival também teve a participação de David Ellefson (ex-Megadeth), Roy Mayorga (ex-Soulfly) e Richie Cavalera, afilhado de Max.
Fonte - www.rockheavyloud.com
Durante um festival realizado no dia 17, Igor Cavalera juntou-se à banda do seu irmão - Soulfly - Max Cavalera, para tocar velhos clássicos dos Sepultura. Este festival, idealizado pelo próprio Max Cavalera, tinha como tema e motivo recordar a morte do seu afilhado Dana ‘D-Low' Wells, que faleceu vítima de um acidente de viação. Este festival também teve a participação de David Ellefson (ex-Megadeth), Roy Mayorga (ex-Soulfly) e Richie Cavalera, afilhado de Max.
quinta-feira, agosto 24, 2006
Festival Abismo ´06 - Cartaz final
A primeira edição do Festival Abismo realizar-se-á nos próximos dias 15, 16 e 17 de Setembro, no parque de campismo da freguesia dos Biscoitos, na ilha Terceira. O formato do festival foge um pouco aos praticados na região, não restringindo-se somente á música, mas proporcionando uma variedade de actividades multiculturais ao dispor dos visitantes e oferecendo 72 horas de entretenimento. Com a organização e produção a cargo da 9xRock=Açores e da Celeiro Produções, este evento conta com os apoios da Câmara Municipal da Praia da Vitoria, da Junta de Freguesia dos Biscoitos, da Viaoceânica, PSP, Policia Marítima, Cruz Vermelha, Celeiro Disco, Plug – Design & Multimédia e Fábrica de Cervejas e Refrigerantes Melo Abreu. Outros apoios e patrocinadores estão ainda em fase de discussão, pelo que serão avançados brevemente. O site (http://festivalabismo.viaoceanica.com/) estará ao dispor de todos no final do mês de Agosto, com o apoio da Viaoceânica, empresa esta que fará a transmissão em directo para todo o mundo, via Internet, deste festival. Entre as várias actividades no palco secundário e zonas mistas, que decorrerão durante todas as tardes, poderão ser presenciados workshops de música hip-hop, guitarra da terra, teatro, capoeira, step, aerokick e jogo do pau. Tererés, artesanato, body piercing, tatoo e tarot também farão parte deste evento com uma zona de massagens e relaxamento. Na animação haverá andas, malabarismo, cuspidores de fogo e vários ecrãs multimédia, para alem de ainda estar a ser estabelecido contacto com um grupo de teatro e com um grupo de actores cómicos para participarem no evento. No parque radical haverá paintball. No palco principal e na primeira noite subirão ao palco as bandas Overload(TER), Anomally(TER) e Lithium(TER), para alem dos Dj´s FBO(TER), Carlos Manaça(LX) e Ishan(PDL). No dia 16 será a vez dos Manifesto(TER), Othello(TER) e os consagrados Peste & Sida(LX). A fechar a noite os Dj´s Bruno(TER) e XL Garcia(LX). No último dia do evento será a vez dos Amnnezia(TER) e de uma das melhores surpresas na música nacional, nos últimos tempos, os M.A.U.(LX). A fechar o evento, o Dj Alif(LX). Na zona chill out, a presença será assídua dos Dj´s Lino(TER) e João Luís(TER).Os ingressos para o festival estarão disponíveis a partir do principio do mês de Setembro, em locais a anunciar, a 7 Euros por dia, ou comprando o ingresso para os três dias, 15 Euros. Entretanto, qualquer dúvida poderá ser colocada através dos seguintes contactos: 914 422 396, 919 858 683. 962 387 678 ou pelo correio electrónico rockacores@yahoo.com.
Festa de lançamento do novo single
A festa de lançamento do Cd-Single, "Another Story", da banda açoriana Strëam, irá acontecer no próximo dia 25 de Agosto (Sexta-Feira), no conhecido espaço nocturno terceirense Celeiro, na Praia da Vitória.A noite terá início com uma retrospectiva de todo o trajecto da banda, desde a vitória do Concurso AngraRock, até ao dias de hoje. A fazer essa mesma retrospectiva estará uma pessoa ligada à música açoriana, ao jornalismo e à organização do conhecido Festival AngraRock, Hélio Vieira.
Seguirar-se-á um showcase por parte dos Strëam onde interpretarão os temas a serem lançados no Cd-Single, para alem de outros.
O CD-Single estará disponível para os interessados, CD este que teve a produção de Ivo Magalhães (IM Studios / Lulla Bye) e Masterização de Pete in de Betou (Abba, Europe, Rammstein e outros...).
A banda estará disponível para fotos, autográfos, entrevistas e outras actividades relacionadas com a imprensa.
Todos estão convidados para partilharem mais este grande momento na vida de uma grande banda açoriana.
domingo, agosto 20, 2006
Festival Abismo ´06

Vai-se realizar a 15, 16 e 17 de Setembro no parque de campsimo dos Biscoitos o Festival Abismo 2006. Nem só de música será feito e haverá um sem número de actividades, workshops e entretenimento. Ainda não foi divulgado o cartaz final, mas nomes como PESTE & SIDA, M.A.U., DJ ALIF e DJ XL GARCIA já podem ser avançados. Mais pormenores em breve desta produção da 9xRock=Açores e da Celeiro Produções.
sexta-feira, agosto 11, 2006
II Maratona de Rock em Ponta Delgada já tem artistas confirmados.
Texto - www.soundzone.blogspot.com
Já são conhecidas as bandas que vão fazer parte da II Maratona Rock, a realizar nos dias 8 e 9 de Setembro no Coliseu Micaelense, em S. Miguel. Fechadas as inscrições, contaram-se 16 nomes entre eles Anjos Negros, Crossfaith, Enuma Elish, In Peccatvm, Mother Foca, Nableena, Neurolag, Psy Enemy, Reborn, Skilsaw, Spinal Trip, Stampkase, Summoned Hell, The Bliss, Trauma Prone e Zymosis. A II Maratona Rock será também acompanhada por um workshop nacional de guitarra e bateria, a cargo de Paulo Barros e Hugo Danim, respectivamente, e uma mostra regional de produtos e serviços na área do Rock e do Metal. Para além disso, e como já havia sido anunciado, este evento será captado em vídeo para posterior edição de um DVD oficial da II Maratona Rock. A actuação das bandas terá início às 22h, antecedidas dos workshops, tendo a duração de 20 minutos cada, sendo estas repartidas em igual número pelas duas noites. Os bilhetes terão o preço absolutamente simbólico de um euro por noite e estão já disponíveis para venda na bilheteira do Coliseu Micaelense das 13h às 20h, até 11 de Agosto, e mais tarde a partir do dia um de Setembro. Esta é uma produção do Coliseu Micaelense com o apoio da Câmara Municipal de Ponta Delgada, através da ANIMA Cultura, e coordenação do jornalista musical José F. Andrade.
Já são conhecidas as bandas que vão fazer parte da II Maratona Rock, a realizar nos dias 8 e 9 de Setembro no Coliseu Micaelense, em S. Miguel. Fechadas as inscrições, contaram-se 16 nomes entre eles Anjos Negros, Crossfaith, Enuma Elish, In Peccatvm, Mother Foca, Nableena, Neurolag, Psy Enemy, Reborn, Skilsaw, Spinal Trip, Stampkase, Summoned Hell, The Bliss, Trauma Prone e Zymosis. A II Maratona Rock será também acompanhada por um workshop nacional de guitarra e bateria, a cargo de Paulo Barros e Hugo Danim, respectivamente, e uma mostra regional de produtos e serviços na área do Rock e do Metal. Para além disso, e como já havia sido anunciado, este evento será captado em vídeo para posterior edição de um DVD oficial da II Maratona Rock. A actuação das bandas terá início às 22h, antecedidas dos workshops, tendo a duração de 20 minutos cada, sendo estas repartidas em igual número pelas duas noites. Os bilhetes terão o preço absolutamente simbólico de um euro por noite e estão já disponíveis para venda na bilheteira do Coliseu Micaelense das 13h às 20h, até 11 de Agosto, e mais tarde a partir do dia um de Setembro. Esta é uma produção do Coliseu Micaelense com o apoio da Câmara Municipal de Ponta Delgada, através da ANIMA Cultura, e coordenação do jornalista musical José F. Andrade.
Anomally marcam presença no AngraRock.
Texto - www.angrarock.com
A banda terceirense ANOMALLY (4ª classificada no CONCURSO ANGRAROCK 2006), substitui os THE BLISS (2ª classificada) na abertura do FESTIVAL ANGRAROCK 2006, a 1 de Setembro, que cancelaram a sua participação por motivos de ordem pessoal de um dos seus elementos. Com a referida alteração o Programa do FESTIVAL ANGRAROCK 2006 passa a ser o seguinte:
SEXTA-FEIRA – 1 DE SETEMBRO
21H30 - ANOMALLY
22H30 - STREÄM
00H00 - RAMP
SÁBADO – 2 DE SETEMBRO
21H30 - A DIFFERENT MIND
22H30 - PLUTO
00H00 - DEEP INSIGHT
DOMINGO – 3 DE SETEMBRO
21H30 - OTHELLO
22H30 - EXPENSIVE SOUL
00H00 - LIQUIDO
SEXTA-FEIRA – 1 DE SETEMBRO
21H30 - ANOMALLY
22H30 - STREÄM
00H00 - RAMP
SÁBADO – 2 DE SETEMBRO
21H30 - A DIFFERENT MIND
22H30 - PLUTO
00H00 - DEEP INSIGHT
DOMINGO – 3 DE SETEMBRO
21H30 - OTHELLO
22H30 - EXPENSIVE SOUL
00H00 - LIQUIDO
quarta-feira, agosto 09, 2006
INQUÉRITO
Que banda de S. Miguel, exceptuando os Morbid Death, gostarias de ver a actuar na ilha Terceira numa noite de Metal/Rock?
A tua opinião é importante e será tida em conta para um evento que se vai realizar em breve pela "9xRock=Açores".
Envia a tua escolha para musicofilia@portugalmail.com e se quizeres te identificar, estás á vontade.
A tua opinião é importante e será tida em conta para um evento que se vai realizar em breve pela "9xRock=Açores".
Envia a tua escolha para musicofilia@portugalmail.com e se quizeres te identificar, estás á vontade.
quarta-feira, agosto 02, 2006
Festival Ponta Delgada - Jamiroquai salva evento
Texto - Miguel Linhares / Fotos - Contratempo
O cartaz musical de um evento não é, por vezes e por si só, um atractivo. Neste caso concreto só o nome de Jamiroquai era suficientemente sonante para que se enchesse um campo de jogos, mas não encheu. Mas vamos começar do início!
As bandas regionais tiveram um lugar merecido neste evento e logo no dia 28 foram os Trauma Prone a inaugurar a excelente potência decibel do recinto e isto no palco secundário. A banda mais pesada, musicalmente, deste evento rasgou o silêncio com temas originais que não são a preferência da maioria, mas que possui bastantes amantes do género na ilha. Não deixaram a desejar e realça-se as excelentes vocalizações, muito directas e poderosas. De seguida e já no palco principal foi a vez de Boss AC animar as poucas pessoas que estava
m presentes, embora o recinto estivesse a compor-se. A boa vertente lírica deste artista sobressaiu, novamente, acompanhado por uma banda em que o realce natural vai para o Dj e para a secção rítmica, algo intrínseco a este género musical e sendo Boss AC um dos expoentes máximos em Portugal. De seguida foram os micaelenses In Peccatum a trazer também linhas musicais pesadas, mas estas mais melódicas e numa vertente mais Gótica/Doom. Já são um conjunto conhecido e respeitado nos Açores e provaram que a música pesada continua bem viva! Daniela Mercury não necessita muitas apresentações. A vida que oferece aos seus concertos já é por demais conhecida e isso foi o que aconteceu em mais este espectáculo da artista na nossa região. Espectáculo muito coeso, marcado por excelentes precursões, vocalizações electrizantes e a energia que por si só passa para o público, para além de ter celebrado neste dia o seu 41º aniversário, o que não se nota... o público agradeceu o concerto e retribuiu com os parabéns! Os decanos do Metal regional, Morbid Death, proporcionaram um concerto irrepreensível a todos os níveis e entre temas do novo álbum e clássicos, todos originais, demonstraram que os 16 anos do conjunto só trouxeram experiência e mais categoria. Nota mais que positiva! A fechar esta primeira noite, Juanes, um artista colombiano conhecido em todo o mundo e que deixava antever uma apresentação enérgica. Assim não foi, apesar da qualidade superior do conjunto que o acompanha. Foi um concerto algo monótono, repetitivo e que levou, somente, uma pequena parte do recinto instalada á frente do palco ás palmas mais fervorosas e á dança mais entusiasmante. Musicalmente superou, faltou energia e “agressividade”. Talvez não tivesse sido mal pensado fechar esta noite com Daniela Mercury em vez de Juanes…
Na segunda noite os A Diferent Mind foram iguais a si próprios e demonstraram porque venceram a edição deste ano do concurso AngraRock. Embora continue a faltar alguma presença em palco, este conjunto só sofreu da fraca afluência de público. De seguida os veteranos Passos Pesados não foram propriamente uma surpresa agradável. Para além do desfile de alguns temas muito conhecid
os, pouco mais há a apontar a este conjunto que necessita de uma lufada de ar fresco. Já no palco principal os portugueses Expensive Soul trouxeram sons a vaguear entre o Hip Hop, Reggae e Ska, com uma componente lírica com pouco “sumo”, mas suficiente para agradar ao público presente que, no fundo, o que esperava era ver o Sr. Jay Kay. Por esta altura já se notava a fluente entrada de pessoas no recinto, algo que, até então, era o grande pecado deste festival.
Os Ynot, banda formada por músicos de várias ilhas dos Açores, foram uma das melhores surpresas do festival, trazendo sons a roçar o Blues e o Rock mais clássico. Muita qualidade, entre algumas “covers”, excelente secção rítmica e uma guitarra irrequieta arrancaram muitas palmas do público. Boa aposta!
Jamiroquai trouxe a energia necessária a um resto de noite em grande. Foi um dos concertos mais profissionais já presenciados nos Açores, sem dúvida! Rock, Soul e o Funk traçam as linhas principais de um concerto de nota máxima, com um público acordado, vivo e com momentos de total euforia. Impossível ficar indiferente a este artista de nível mundial que foi o ponto alto deste festival. Mesmo por esta altura, seria de esperar mais pessoas no recinto, algo que acabou por ser o senão de todo o evento…terá sido o preço o grande “papão” do festival Ponta Delgada?!
in "Jornal dos Açores", 30 de Julho, 2006 e jornal "A União", 02 de Agosto, 2006
O cartaz musical de um evento não é, por vezes e por si só, um atractivo. Neste caso concreto só o nome de Jamiroquai era suficientemente sonante para que se enchesse um campo de jogos, mas não encheu. Mas vamos começar do início!
As bandas regionais tiveram um lugar merecido neste evento e logo no dia 28 foram os Trauma Prone a inaugurar a excelente potência decibel do recinto e isto no palco secundário. A banda mais pesada, musicalmente, deste evento rasgou o silêncio com temas originais que não são a preferência da maioria, mas que possui bastantes amantes do género na ilha. Não deixaram a desejar e realça-se as excelentes vocalizações, muito directas e poderosas. De seguida e já no palco principal foi a vez de Boss AC animar as poucas pessoas que estava
m presentes, embora o recinto estivesse a compor-se. A boa vertente lírica deste artista sobressaiu, novamente, acompanhado por uma banda em que o realce natural vai para o Dj e para a secção rítmica, algo intrínseco a este género musical e sendo Boss AC um dos expoentes máximos em Portugal. De seguida foram os micaelenses In Peccatum a trazer também linhas musicais pesadas, mas estas mais melódicas e numa vertente mais Gótica/Doom. Já são um conjunto conhecido e respeitado nos Açores e provaram que a música pesada continua bem viva! Daniela Mercury não necessita muitas apresentações. A vida que oferece aos seus concertos já é por demais conhecida e isso foi o que aconteceu em mais este espectáculo da artista na nossa região. Espectáculo muito coeso, marcado por excelentes precursões, vocalizações electrizantes e a energia que por si só passa para o público, para além de ter celebrado neste dia o seu 41º aniversário, o que não se nota... o público agradeceu o concerto e retribuiu com os parabéns! Os decanos do Metal regional, Morbid Death, proporcionaram um concerto irrepreensível a todos os níveis e entre temas do novo álbum e clássicos, todos originais, demonstraram que os 16 anos do conjunto só trouxeram experiência e mais categoria. Nota mais que positiva! A fechar esta primeira noite, Juanes, um artista colombiano conhecido em todo o mundo e que deixava antever uma apresentação enérgica. Assim não foi, apesar da qualidade superior do conjunto que o acompanha. Foi um concerto algo monótono, repetitivo e que levou, somente, uma pequena parte do recinto instalada á frente do palco ás palmas mais fervorosas e á dança mais entusiasmante. Musicalmente superou, faltou energia e “agressividade”. Talvez não tivesse sido mal pensado fechar esta noite com Daniela Mercury em vez de Juanes…Na segunda noite os A Diferent Mind foram iguais a si próprios e demonstraram porque venceram a edição deste ano do concurso AngraRock. Embora continue a faltar alguma presença em palco, este conjunto só sofreu da fraca afluência de público. De seguida os veteranos Passos Pesados não foram propriamente uma surpresa agradável. Para além do desfile de alguns temas muito conhecid
os, pouco mais há a apontar a este conjunto que necessita de uma lufada de ar fresco. Já no palco principal os portugueses Expensive Soul trouxeram sons a vaguear entre o Hip Hop, Reggae e Ska, com uma componente lírica com pouco “sumo”, mas suficiente para agradar ao público presente que, no fundo, o que esperava era ver o Sr. Jay Kay. Por esta altura já se notava a fluente entrada de pessoas no recinto, algo que, até então, era o grande pecado deste festival.Os Ynot, banda formada por músicos de várias ilhas dos Açores, foram uma das melhores surpresas do festival, trazendo sons a roçar o Blues e o Rock mais clássico. Muita qualidade, entre algumas “covers”, excelente secção rítmica e uma guitarra irrequieta arrancaram muitas palmas do público. Boa aposta!
Jamiroquai trouxe a energia necessária a um resto de noite em grande. Foi um dos concertos mais profissionais já presenciados nos Açores, sem dúvida! Rock, Soul e o Funk traçam as linhas principais de um concerto de nota máxima, com um público acordado, vivo e com momentos de total euforia. Impossível ficar indiferente a este artista de nível mundial que foi o ponto alto deste festival. Mesmo por esta altura, seria de esperar mais pessoas no recinto, algo que acabou por ser o senão de todo o evento…terá sido o preço o grande “papão” do festival Ponta Delgada?!
in "Jornal dos Açores", 30 de Julho, 2006 e jornal "A União", 02 de Agosto, 2006
Movimentações musicais em alta.
Texto - Miguel Linhares
Passamos quase 6 meses, durante o Inverno, á espera de um evento musical, de um concerto ou de uma simples festa em que possamos saciar a vontade de estar ligados ao mundo da música activamente. Mas são escassas as oportunidades nessa altura do ano e vontade também não a há por cá. Para todos os bares ou discotecas que vamos, somos confrontados com estilos musicais suspeitos, quase sempre numa onda electrónica, repetitiva e que até mesmo os amantes deste género, por vezes, criticam-na e fartam-se. Não pretendo menosprezar este estilo musical e esta nova “moda” que até já nem o foi e tinha fãs incondicionais, mas que já está mais que explorado, está! Seja numa onda mais euro, mais retro ou até com variantes futuristas e vanguardistas, a musica electrónica está no auge do seu esgotamento e não tenho a certeza se será bem esse ambiente musical que as pessoas, em geral, procuram nos nossos espaços de diversão nocturna. Senão, como explicar o falhanço de tantas casas nocturnas na nossa região?! Não acredito que tudo isso seja baseado em más gerências…
O que acontece é que ninguém está a tentar inovar e não se seleccionam ambientes devidamente. Quando é novidade, toda a gente lá vai, por uma questão de meses fica o falhanço em que quase todos acabam por acumular. No verão a única solução são mesmo os festivais e festas que vão animando a região, também aqui, por vezes, com escolhas pindéricas, mas sempre nos vai animando a época mais festiva da região Açores. Pretendo destacar aqui o festival Ponta Delgada e o festival AngraJazz, este último faz notícia na página desta semana. O festival Ponta Delgada e como já todos devem saber – alias coloquei o cartaz aqui, na semana passada – fala por si e tem na escolha dos artistas uma arma perfeita. Muito variado o menu musical e com artistas que fazem inveja a muitos festivais, Jamiroquai encabeça esse sentimento. Falta ver o resultado final, mas disso teremos notícias aqui na semana que vem.
Quanto ao festival AngraJazz demonstra o que de melhor se faz na ilha Terceira e dá voz e cor a uma das melhores apostas da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo desde há uns anos para cá. Muito pouco criticável, alias, este festival tem-se cimentado pela positiva e possui na Associação que lhe dá forma pessoas responsáveis, profundas conhecedoras de causa e bem sucedidas neste evento. Só falta mesmo nesta cidade um festival de Blues…
in jornal "A União", 26 de Julho 2006
Passamos quase 6 meses, durante o Inverno, á espera de um evento musical, de um concerto ou de uma simples festa em que possamos saciar a vontade de estar ligados ao mundo da música activamente. Mas são escassas as oportunidades nessa altura do ano e vontade também não a há por cá. Para todos os bares ou discotecas que vamos, somos confrontados com estilos musicais suspeitos, quase sempre numa onda electrónica, repetitiva e que até mesmo os amantes deste género, por vezes, criticam-na e fartam-se. Não pretendo menosprezar este estilo musical e esta nova “moda” que até já nem o foi e tinha fãs incondicionais, mas que já está mais que explorado, está! Seja numa onda mais euro, mais retro ou até com variantes futuristas e vanguardistas, a musica electrónica está no auge do seu esgotamento e não tenho a certeza se será bem esse ambiente musical que as pessoas, em geral, procuram nos nossos espaços de diversão nocturna. Senão, como explicar o falhanço de tantas casas nocturnas na nossa região?! Não acredito que tudo isso seja baseado em más gerências…
O que acontece é que ninguém está a tentar inovar e não se seleccionam ambientes devidamente. Quando é novidade, toda a gente lá vai, por uma questão de meses fica o falhanço em que quase todos acabam por acumular. No verão a única solução são mesmo os festivais e festas que vão animando a região, também aqui, por vezes, com escolhas pindéricas, mas sempre nos vai animando a época mais festiva da região Açores. Pretendo destacar aqui o festival Ponta Delgada e o festival AngraJazz, este último faz notícia na página desta semana. O festival Ponta Delgada e como já todos devem saber – alias coloquei o cartaz aqui, na semana passada – fala por si e tem na escolha dos artistas uma arma perfeita. Muito variado o menu musical e com artistas que fazem inveja a muitos festivais, Jamiroquai encabeça esse sentimento. Falta ver o resultado final, mas disso teremos notícias aqui na semana que vem.
Quanto ao festival AngraJazz demonstra o que de melhor se faz na ilha Terceira e dá voz e cor a uma das melhores apostas da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo desde há uns anos para cá. Muito pouco criticável, alias, este festival tem-se cimentado pela positiva e possui na Associação que lhe dá forma pessoas responsáveis, profundas conhecedoras de causa e bem sucedidas neste evento. Só falta mesmo nesta cidade um festival de Blues…
in jornal "A União", 26 de Julho 2006
8º Edição do Festival AngraJazz
Texto - Miguel Linhares / Foto - www.angrajazz.com

Durante quatro dias, o público terceirense poderá assistir a dois concertos por noite no grande auditório do Centro Cultural e de Congressos da cidade património mundial, estando a qualidade garantida, aliás como tem vindo a ser hábito neste evento. Será de 4 a 7 de Outubro e trará á cidade de Ang
ra do Heroísmo nomes importantes da actualidade jazzistica mundial. Deste modo, a abertura do Festival Internacional de Jazz de Angra do Heroísmo, a 4 de Outubro, estará a cargo da Orquestra AngraJazz, dirigida por Pedro Moreira e Claus Nymark, seguindo-se a actuação do noneto Joe Lovano (E.U.A.). No dia 5 de Outubro, sobe ao palco o trio Bruce Barth com Vanessa Rubin e Carla Cook (E.U.A.), no dia 6 o espectáculo iniciar-se-á com o pianista e compositor Enriço Pieranunzi (Itália), seguindo-se o quinteto Enriço Rava (Itália). No encerramento do Festival AngraJazz 2006 sobem ao palco o trio Filipe Melo (Portugal), e Eddie Palmieri Afro Caribbean Jazz All Stars (E.U.A.). Este festival é organizado e produzido pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e a Associação Cultural AngraJazz, e tem sido uma das apostas ganhas da cidade de Angra do Heroísmo. De realçar, ainda, que durante o Festival vai-se realizar uma feira do disco, a venda de artigos de merchandising do AngraJazz 2006, e uma exposição colectiva de pintura, subordinada ao tema “Jazz”, que terá a colaboração da Oficina d’Angra, e estará patente ao público no Átrio do Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, até ao dia 12 de Outubro. A não faltar!
in jornal "A União" de 26 Julho 2006

Durante quatro dias, o público terceirense poderá assistir a dois concertos por noite no grande auditório do Centro Cultural e de Congressos da cidade património mundial, estando a qualidade garantida, aliás como tem vindo a ser hábito neste evento. Será de 4 a 7 de Outubro e trará á cidade de Ang
ra do Heroísmo nomes importantes da actualidade jazzistica mundial. Deste modo, a abertura do Festival Internacional de Jazz de Angra do Heroísmo, a 4 de Outubro, estará a cargo da Orquestra AngraJazz, dirigida por Pedro Moreira e Claus Nymark, seguindo-se a actuação do noneto Joe Lovano (E.U.A.). No dia 5 de Outubro, sobe ao palco o trio Bruce Barth com Vanessa Rubin e Carla Cook (E.U.A.), no dia 6 o espectáculo iniciar-se-á com o pianista e compositor Enriço Pieranunzi (Itália), seguindo-se o quinteto Enriço Rava (Itália). No encerramento do Festival AngraJazz 2006 sobem ao palco o trio Filipe Melo (Portugal), e Eddie Palmieri Afro Caribbean Jazz All Stars (E.U.A.). Este festival é organizado e produzido pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e a Associação Cultural AngraJazz, e tem sido uma das apostas ganhas da cidade de Angra do Heroísmo. De realçar, ainda, que durante o Festival vai-se realizar uma feira do disco, a venda de artigos de merchandising do AngraJazz 2006, e uma exposição colectiva de pintura, subordinada ao tema “Jazz”, que terá a colaboração da Oficina d’Angra, e estará patente ao público no Átrio do Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo, até ao dia 12 de Outubro. A não faltar!in jornal "A União" de 26 Julho 2006
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